Esse é o grande objetivo de quem tem a autoestima baixa, que é alguém que:

  • não se sente digna de amor e respeito
  • se considera incapaz e incompetente
  • acredita que não merece coisas boas
  • se considera uma pessoa defeituosa
  • tem a postura fechada e encurvada
  • não confia em si e evita desafios
  • não reconhece suas qualidades
  • tende à tristeza e melancolia
  • tem a autoimagem negativa
  • atribui seus êxitos à sorte
  • se considera uma farsa
  • desconsidera elogios
  • é muito insegura

O que faz alguém ter a autoestima baixa?

A autoestima tem as suas raízes na infância. Nos primeiros anos de vida, a criança precisa de atenção, carinho, cuidados, brincadeiras, estímulos para vencer desafios (como caminhar, comer sozinha…) e reconhecimento.

Quem tem a autoestima baixa passou por experiências que, de alguma forma, a fizeram se sentir inferior, sem valor e problemática, como:

  • não ter recebido amor, atenção, apoio, reconhecimento e acolhimento suficientes
  • ter sido alvo de críticas, ofensas, descaso, rejeição, exclusão e abandono
  • ter sido alvo de bullying, humilhações e derrotas
  • ter tido pai(s) com autoestima baixa como modelo

Não é preciso ter passado por isso tudo, mas alguma experiência desse tipo sempre existe na história pessoal, principalmente falta de amor/atenção e críticas/ofensas.

Como aumentar a autoestima

Felizmente, a autoestima baixa não é uma cruz que tenha que ser carregada pela vida toda.

No entanto, padrões mentais são duradouros e difíceis de mudar. Para mudar o padrão de uma autoestima baixa, é fundamental:

  • reconhecer, e não negar, o problema
  • se comprometer a buscar melhorar
  • contar com uma estratégia que tecnicamente promova mudanças.

Se você já preenche os dois primeiros itens, pode usar as seguintes estratégias:

  1. psicoterapia com terapeutas especializados
  2. retiros terapêuticos, seminários de meditação
  3. autoterapia (como o Cíngulo e o codigodamente.com)
  4. leituras (livros como Autoestima de Diogo Lara e A Coragem de Ser Imperfeito de Brené Brown)

Essas estratégias não se excluem. Quem puder fazer todas, melhor. A chave é buscar um caminho que seja prático e acessível (dentro do seu orçamento e disponibilidade de tempo) .

Para quem pode custear terapia individual, é cada vez mais fácil encontrar um bom terapeuta na sua cidade ou fazer atendimentos pela internet. Convém, claro, ter a indicação de alguém ou ver suas credenciais de formação técnica. Mas o que conta mesmo é ter uma boa sintonia com o terapeuta e sentir que algo está avançando na terapia.

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